Opera Mini para Dispositivos Móveis
Postado em November 23rd, 2007| Algo sobre Acessibilidade, CSS, Mobile, Utilitários
Hoje procurando um browser decente para meu smarthphone, achei o Opera Mini, uma versão do Opera para Palms e Smarthphones. Inicialmente muito bom, aqueles que já utilizaram falam muito bem, mas notei um pequeno fator que pode ser bastante desagradável.

Ele simplesmente não reconhece folhas de estilo para dispositivos móveis (handheld). Essa é uma questão que para o usuário normal, não chega a ser um problema, já que ele renderiza os sites muito bem, a questão é, hoje em dia, muitos desenvolvedores preparam seus sites para serem acessados de dispositivos móveis, e tomam alguns cuidados para facilitar a navegação (ocultando alguns conteúdos irrelevantes, omitindo imagens, entre outros detalhes), detalhes esses que também interferem no fator custo ($$$), já que 1Mb de dados em acesso GPRS pode custar até R$9,00.
Update Finalmente atualizei esse post. Na verdade, o fato do Opera não reconhecer o css para mobile é opcional. Existe a opção para renderizar padrão, ou renderizar para mobiles.
Por enquanto, continuo utilizando-o, mas caso alguém saiba alguma maneira de configurar isso, esteja a vontade.
Encolhendo a URLhttp://rodrigowebdesign.com/blog/wp-admin/edit.php?paged=3
Postado em November 21st, 2007| Algo sobre Acessibilidade, Utilitários
Já ouviu falar do site TinyURL.com? Através dele, é possível criar um endereço curto para um website seja o seu, ou um endereço imenso que você queira enviar para alguém. O único problema é que, ultimamente, o site tem estado freqüentemente fora do ar, algo péssimo para quem depende da ferramenta para seu próprio website.
Nesse caso, o site Shorty pode ser a solução. Na verdade, trata-se de um software para ser instalado no servidor. ou seja: o endereço ‘encurtado’ permanece sempre o mesmo.
Fonte: G1
CSS para Dispositivos Móveis
Postado em October 24th, 2007| Algo sobre Acessibilidade, CSS, Mobile

Depois de um tempo ausente estou de volta, e mais inspirado do que nunca, brevemente falarei sobre o motivo da inspiração, mas vamos ao que interessa.
Recentemente adquiri um Smarthphone Nokia E62 , que aliás, recomendo para a maioria dos profissionais de informática.
MSN, acesso aos meus emails, Gmail, Google Maps, editor de textos, planilhas e apresentações, browser que renderiza similar aos browsers desktop , entre outras ferramentas que ainda estou tentando descobrir como funciona, detalhes que podem ser bastante úteis… Ah, ele também liga.
Voltando ao foco do post, assim que adquiri o aparelho, veio com ele a curiosidade sobre navegadores para dispositivos móveis, e como eles interpretam folhas de estilo, scripts, entre outros elementos que usamos. Procurando na net material sobre o assunto, encontrei o Mowser, que nada mais é do que um simulador online, que renderiza as páginas como um navegador de dispositivo móvel o faria.
Vejam aqui como ficou o meu site no Mowser. (Propositalmente eu omiti algumas informações para diminuir a rolagem).
Outra ferramenta similar é o Openwave Simulator, que possui a mesma função, mas com as dimensões de um celular, e esse é necesário intalar. Você pode baixa-lo aqui
Isso não seria a solução dos nossos problemas, até porque, isso é só o começo e nem todo mundo tem um palm ou celular com suporte a essas tecnologias.
Para quem se interessou pelo assunto, e deseja começar a fazer algumas experiências, basta utilizar ua folha de estilo específica para os dispositivos móveis (handheld), para tal, basta informar para qual o tipo de media o css será usado:
<link href=”css/mobile.css” rel=”stylesheet” media=”handheld” type=”text/css” />
Simples não? Agora é começar a experimentar, e facilitar a vida de quem acessa seus sites de outros dispositivos. Caso tenha alguma dúvida, escreve ai que a gente tenta resolver :D.
Bom estudo.
7 Motivos para que o IE6 deva deixar de existir
Postado em September 19th, 2007| Algo sobre Acessibilidade, Web Standards
Bem, meus caros amigos. Irei aqui dar continuidade à campanha iniciada no blog Pinceladas da Web.
A quantidade de gente que ainda usa o Internet Explorer 6, é assustadora para nós desenvolvedores, que a cada dia descobrimos um novo bug no modo que ele renderiza os códigos, dentre outros problemas.
Segue abaixo a lista inicial de: Por que o IE6 deve deixar de existir.
- Falta de suporte a transparência em imagens PNG
- Problemas com float + margin/padding
- Impossibilidade de utilizar pseudo-classes e pseudo-elementos
- Não há suporte CSS para min-height
- Não há suporte CSS para uma enorme lista de seletores
- Problemas com imagens de background nos links com CSS
- É possível travar o navegador com um simples código
Como alguns disseram por ai, existe o problema de muita gente usar cópia pirata do windows, e por isso não podem migrar para o IE7, então “pelamorideus”, caros usuários, conheçam o Firefox.
Muitos usuários podem pensar: -Por que eu devo mudar de navegador se até hoje não tive nenhum problema?
Realmente, para a maioria dos usuários não existe muita diferença, mas isso por que todos os problemas são tratados por nós enquanto preparamos os sites, se um dia chegarmos ao ponto de criar um site, e ter certeza que ele vai aparecer na tela como realmente é para aparecer (que sonho), vamos economizar tempo para que possamos focar nossas mentes em coisas novas, ao invés de procurar soluções para os problams de um maldito navegador que é repleto de remendos, e não faz nada direito.
Aos interessados, por favor postem ai suas experiencias com o IE6, em busca de um mundo melhor. Té +
Por que ainda existe o IE5.5?
Postado em July 2nd, 2007| Algo sobre Acessibilidade, CSS, Web Standards
Hello a todos. Agora com mais tempo livre (a faculdade acabou), pretendo escrever com mais frequencia, e hoje gostaria da opnião de vocês para um assunto que costuma gerar muita discussão.
Esses dias, dando uma olhada no programa Multiple IE, (que simula o resultado da renderização de várias versões do Internet Explorer), vi que muitos sites costumam ficar com alguns bugs nas versões mais antigas (5.5 ou anterior).
Então surge a pergunta: Até onde vai a acessibilidade? Essas versões mais antigas não suportam muita coisa, como JS, CSS2, e para quem trabalha com Tableless, é um Deus nos acuda, pois muitas propriedades quem não podem ser omitidas, não são reconhecidas.
É notório que ainda existem usuários dessas versões, mas vale a pena quebrar a semântica de um código, ou deixar de usar algumas funções de apelo visual para tentar ser 100% acessível?
Nas estatísticas dos sites que pude ver, esses usuários não chegam a 2%, e geralmente são usuários de máquinas muito antigas, e com sistemas operacionais proporcionais as máquinas (Win 95/98), o que leva a crer que tal usuário talvez nunca tenha ouvida falar em internet.
Bom, essa é a questão. Ainda estou tentando achar uma solução, se alguem tiver alguma ou algo a acrescentar sobre o assunto, esteja a vontade.




